sexta-feira, 15 de outubro de 2010


Quem me dera,ao menos umas vez, ter de vouta todo ouro que entreguei
A quem conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
Quem me dera, ao menos uma vez, esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão de linho nobre e pura seda.
Quem me dera, ao menos uma vez, explicar o que ninguém consegue entender:Que o que aconteceu ainda está por vir e o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera, ao menos uma vez, provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante e fala de mais por não ter nada a dize
Quem dera, ao menos uma vez, que o mais simplis fosse visto como o mais importante,
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.
Quem me dera, ao menos uma vez, entender como um só Deus ao mesmo tempo e três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês-é só maldade então, deixar um Deus tão triste
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho entenda-assim pude trazer você de volta pra mim,
quando descobri que é sempre só você que me entende do início ao fim
E é só você que tem curapara o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi